O local escolhido para reunir a obra do Joy Division foi a última casa onde viveu Ian Curtis, vocalista do grupo que se matou em 1980, o que acabou acarretando na dissolução do grupo. O imóvel, que chegou a ser alvo de crowdfunding entre os fãs que, sem sucesso, conseguiram arrecadar apenas duas mil libras das mais de 100 mil necessárias, foi adquirido por um entusiasta da banda.
“Embora tenha pago 190 mil libras (algo em torno de 900 mil reais) – quase o dobro do valor pedido – senti que tinha que me envolver, especialmente depois de sentir o sofrimento dos fãs que falharam em angariar os fundos necessários para comprar a casa que pertencia e onde vivia um dos heróis musicais da minha juventude. Os Joy Division deixaram um legado musical que influenciou muitas das bandas atuais”, explicou em um comunicado Hadar Goldman, que também é músico.
“Isto não é apenas sobre história e sobre o passado. O legado dos Joy Division merece ser transportado para o século XXI de forma a sensibilizar as pessoas para uma das bandas mais seminais da história da música contemporânea”, concluiu.