* Atualizado às 13h37min
Começou um pouco depois das 9h da manhã desta terça-feira o velório do músico gaúcho Flávio Basso, o Júpiter Maçã, que morreu na noite desta segunda, de falência múltipla dos órgãos.
Com "A Sétima Efervescência", seu psicodélico e respeitado álbum de estreia solo tocando ao fundo, o Teatro Renascença, em Porto Alegre, abriu as portas para receber familiares, personalidades do rock gaúcho, como Frank Jorge, um dos primeiros a chegar, e fãs, que começaram a lotar o teatro na primeira hora aberta ao público.
O roqueiro tinha 47 anos e estava em tratamento por conta de uma cirrose e de complicações devido ao uso de drogas e foi encontrado desacordado na tarde desta segunda-feira.
• Uma coleção de hits na carreira
Júpiter Maçã, assinou e interpretou composições que marcaram a cena do rock gaúcho nas décadas de 1980 e 1990. Respeitado por artistas de sucesso e ícone do underground, Basso colecionou hits em carreira solo ou como integrante das bandas TNT e Cascavelletes.
• "Quando o homem Flávio não suportou o mito Júpiter"
O velório ocorre até as 15h no Renascença e o sepultamento do músico será a partir das 18h no Cemitério Ecumênico João XXIII.
Fãs, músicos e familiares se despedem de Júpiter Maçã
Velório começou um pouco depois das 9h desta terça-feira