Circularam pela Praça da Alfândega e Cais do Porto mais de 1,7 milhões de pessoas, mesma média do ano passado. O presidente da CRL, João Carneiro, atribuiu as maiores vendas e a grande circulação de público às boas condições climáticas, a um maior espaço após as reformas do Projeto Monumenta na Praça da Alfândega, entre outros aspectos. "O verdadeiro balanço positivo da Feira foi a bibliodiversidade e a possibilidade de acesso por aqueles que amam os livros e por aqueles que estão travando o contato com a leitura mais recentemente", destacou Carneiro.
O vice-presidente da CRL, Osvaldo Santucci, lembrou que as vendas foram sendo recuperadas desde a última grande queda em 2009, quando foram vendidos apenas 354.892 exemplares de livros. "Em 2010, houve um crescimento de 16% em relação a 2009 e neste ano, um incremento de 12% em relação a 2010", comparou.
A patrona Jane Tutikian observou que esta foi a feira do sol, das pessoas, dos encontros, a mais bonita e mais afetiva dos últimos tempos. "Como profissional da leitura, gostaria de agradecer a todos, pois em 19 dias de Feira eu tive a visibilidade que não tive em 30 anos de carreira literária", salientou com a voz meio embargada e os olhos marejados.
No total, foram 723 sessões de autógrafos, 675 convidados para oficinas, mesas-redondas, encontros com autores e seminários.
Com informações dos repórteres Janine Souza e Luiz Gonzaga