Feira do Livro

Último dia para ir à Feira do Livro

O tradicional cortejo com a entrega de rosas para os livreiros deve ocorrer, mas sem cantos

Evento na Praça da Alfândega teve sucesso de público no final de semana
Evento na Praça da Alfândega teve sucesso de público no final de semana Foto : MAURO SCHAEFER

A 67ª Feira do Livro é marcada pelo retorno à Praça da Alfândega depois de um ano com o evento realizado via Internet devido à pandemia. E os números preliminares mostram que o público também voltou. A análise prévia indica aumento de vendas, que deve ficar em torno de 10%, sendo feita a comparação em relação à edição de 2019 e em uma média por banca. 
“Estamos muito satisfeitos com o resultado até o momento”, diz o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Isatir Bottin Filho. Ele ressalta que foi bastante difícil o planejamento desta edição. “A cada semana havia mudança nos protocolos em relação à pandemia”, comenta. Por isso, a opção foi por uma edição híbrida, com a presença de expositores ao ar livre, com maior distanciamento entre as bancas, e os debates com transmissão on-line. “Acho que acertamos”, avalia Isatir. “O isolamento social nos deixou carentes de eventos. A Feira proporcionou o reencontro de autores e leitores. Essa conversa estimula a leitura”, avalia. 
Tradicionalmente a Feira do Livro terminava com um cortejo em que a organização passava em todas as bancas e entregava rosas para os expositores, com participantes cantando pela Praça. Mas este ano a despedida deve ser mais discreta: não deve ter cantoria, devido aos protocolos sanitários. Mas rosas serão entregues a partir das 19h para os livreiros.