Entretenimento e teatro de qualidade aproximam famílias, crianças e artistas gaúchos de 20 de março a 10 de abril. O Festerê – Festival de Teatro para Infância e Juventude, idealizado pelo Grupo Borogodó e coproduzido pela 5 Atos Produções oferecerá gratuitamente nas redes sociais uma programação com espetáculos teatrais infantojuvenis, atividades artísticas e bate-papos com artistas de todo o RS. A 1ª edição traz um conjunto eclético de encenações que valorizam a diversidade cênica gaúcha ao compartilhar a potência artística presente em suas diversas linguagens e defender a democratização do acesso à cultura através de medidas de inclusão e acessibilidade em exibições teatrais com legenda e interpretação em Libras.
As oficinas são atividades lúdicas que abordam, por exemplo, técnicas teatrais e de circo, confecção de personagens, truques de mágica e práticas em dança para todas as idades. Estas ações culturais serão transmitidas no canal do Youtube do Grupo Borogodó, enquanto os bate-papos acontecerão no perfil do Instagram do Festerê após a exibição dos espetáculos.
Os artistas do grupo, além de idealizar e coproduzir o festival, também integrarão parte da programação com a estreia do curta audiovisual “Viagem ao Centro da Terra” e com a realização de oficinas livres de teatro em salas de videoconferência, cujas inscrições abrirão em breve.
A comunicação com o público aposta na irreverência e horizontalidade do encontro virtual com os artistas, com conversas, brincadeiras e concursos culturais. O diretor geral Gabriel Botelho, diretor geral finaliza: “É possível buscar compartilhar uma experiência de teatro online que seja tão rica quanto a presencial. As mais de 180 inscrições recebidas pela nossa equipe, entre peças e atividades formativas de todas as regiões do Rio Grande do Sul, mostram o início de um percurso de fortalecimento de espaços virtuais enquanto plataformas capazes de oferecer ações culturais que impactam positivamente a sociedade. Nós acreditamos nesses novos modos virtuais de criação e produção como ferramentas que persistirão mesmo depois de passada a pandemia”.