Imagine o que representa para uma criança ninguém comparecer ao seu aniversário. Esta situação de indiferença e muitas outras, que relatam o sofrimento pelos quais passa Fabrício, como a perseguição por parte de seus colegas, estão em "Filhote de Cruz Credo", que se despede no Teatro de Câmara (República, 575), neste domingo, às 16h, com ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 para quem doar um agasalho.
O ponto de partida foi o livro de Fabrício Carpinejar, "Filhote de Cruz Credo: a Triste de Meus Apelidos", lançado em 2001, muito antes de se ouvir falar em bullying. "O protagonista é quase uma cinderela masculinizada", diz o diretor Bob Bahlis, que tem levado o espetáculo, com pitadas de humor negro, a várias escolas. Apesar dos pesares, o personagem dá a volta por cima e namora a menina mais bonita da turma.
"Filhote de Cruz Credo" encerra temporada nesse domingo
Peça sobre obra de Fabrício Carpinejar faz apresentação às 16h no Teatro de Câmara