De forma inexplicável, logo após o acidente, Charlie ainda se vê conversando com o irmão, sem saber onde estavam e termina acordando na cama de um hospital. Com a culpa o consumindo, Charlie passa a viver a vida do irmão morto. Decide trabalhar no cemitério Waterside, o que ele considera a forma mais fácil de ter o irmão Sam ao seu lado. Durante 13 anos, ele vai zelar pelos túmulos e pelos jardins do cemitério. Só que, todos os dias, tem que estar livre na hora do crepúsculo, o momento em que ele e Sam jogavam beisebol e nadavam no lago.
Mas uma tempestade e um (segundo) acidente de barco, vão mudar o destino de Charlie St. Cloud mais uma vez. Ele conhece Tess Carol, filha de um pescador da região que dedica seus dias a velejar a e cuidar de uma fábrica de velas na cidade. Esta jovem aventureira está se preparando para conquistar o título de uma das dez velejadoras a dar a volta ao mundo sozinha, uma viagem que deve durar mais de quatro meses. A atração entre Charlie e Tess não pode ser negada, mas como ele pode se interessar por uma garota depois da promessa que fez ao irmão de que um dia os dois iriam jogar beisebol juntos. A tônica do romance de Sherwood é de que a vida pode oferecer segunda chance para chegarmos a um final feliz.
O jornalista Ben Sherwood tem dois romances lançados. Seu outro título é "O Homem que Comeu o 747", cujos direitos foram vendidos para uma adaptação cinematográfica e para um musical da Broadway. A jovem atriz Amanda Crew é quem interpreta Tess, a jovem velejadora que vai mudar (outra vez) a trajetória de vida de Charlie St. Cloud.