A curadoria deste ano é composta por Rubens Ewald Filho, José Wilker e Marcos Santuario. Jornalista do Correio do Povo, Santuario já esteve diversas vezes no Festival trabalhando como repórter. Neste ano, foi convidado a estar na curadoria. Para ele, é importante o evento adaptar-se, mas sem perder a essência. O curador ressalta ainda que a 40ª edição tem papel fundamental na hora de reforçar a história do Festival, uma vez que representa um momento de celebração, homenagens e um olhar para o passado, mas destacando sempre a produção contemporânea e de olho nas possibilidades do futuro.
Os longas brasileiros em competição são os seguintes: “Colegas”, de Marcelo Galvão; “Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo com a Minha Vida”, de Matheus Souza; “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!”, de Ninho Moraes e Francisco César Filho; “Jorge Mautner — O Filho do Holocausto”, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt; “O que Se Move”, de Caetano Gotardo; “O Som ao Redor”, de Kleber Mendonça Filho; “Super Nada”, de Rubens Rewald, e “Insônia”, de Beto Souza (este último é o único representante gaúcho na categoria e é baseado no livro homônimo de Marcelo Carneiro da Cunha).
Sessão nostálgica
Além da exibição desses filmes e dos curtas nacionais e longas latinos, haverá uma sessão nostálgica que exibirá “Toda Nudez Será Castigada”, de Arnaldo Jabor, no dia 17 de agosto, no Palácio dos Festivais. No ano em que comemora 40 anos, o Festival de Gramado exibe este que foi o primeiro filme premiado na história do evento. Na mesma noite, Jabor recebe o troféu Eduardo Abelin.
Para os interessados em participar das sessões, os ingressos para o Festival já podem ser adquiridos no site www.ingressorapido.com.br. A partir de 8 de agosto, também estarão disponíveis na Sociedade Recreio Gramadense, em Gramado, das 10h às 20h.