Arte & Agenda

Gonzaguinha ganha tributo em três lives e um single

A homenagem marca os 30 anos de morte do cantor e compositor carioca

Bruna Caram faz live hoje e quinta-feira, às 20h, e lança single e disco em tributo a Gonzaguinha
Bruna Caram faz live hoje e quinta-feira, às 20h, e lança single e disco em tributo a Gonzaguinha Foto : Rodolfo Magalhães / Divulgação / CP

Para marcar os 30 anos de morte do cantor e compositor carioca Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991), três lives, um single e um álbum serão apresentados.

Nesta quarta e quinta-feira, Bruna Caram faz live, às 20h, com a participação de Zé Renato, Jean Wyllys, Roberta Sá, Luciana Mello, Diego Moraes, Zeca Baleiro, Chambinho do Acordeon, Gabriel Leone. A cantora também lança nesta quinta-feira uma versão para “Redescobrir”. A arte da capa do single é assinada por Jean Wyllys.  

Segundo Bruna, o que mais ama na obra de Gonzaguinha é que sua indignação soa cheia de alegria. “Na obra dele, a luta por dignidade humana soa como a única luta possível, com espontaneidade e verdade. É um prazer cantá-lo em tempos de intolerância. Gonzaguinha nos faz redescobrir a esperança”, reflete.

Para o final deste ano, Bruna adianta que lançara o disco “Afeto e Luta – Bruna Caram canta Gonzaguinha”, com releituras do compositor carioca.

Outra homenagem será feita na quinta-feira, quando o Teatro Rival Refit recebe o tributo “Gonzaguinha: o eterno aprendiz – 30 anos de saudades”, com transmissão online, às 19h30min. O espetáculo é estrelado pelo cantor e ator Rogério Silvestre, que sobe ao palco acompanhado por Rafael Toledo (diretor musical, violão, teclados e voz), Cacá Franklin (percussão) e Dudu Dias (baixo), além dos cantores Wladimir Cabanas, Valdeir Valença e Imyra Chalar.  Ingressos pela plataforma Sympla.  

Gonzaguinha  

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior compôs clássicos da MPB, como “Explode coração”, “Recado”, “Começaria tudo outra vez”, “Sangrando”, “O que é, o que é?”, “Grito de alerta”, “Diga lá, coração”, “Espere por mim, morena” e “Vamos à luta”. Suas composições apresentam teor político-social e romântico.

Durante a década de 80, Gonzaguinha foi um dos compositores mais requisitados do mercado fonográfico. Teve suas músicas gravadas por cantoras como Elis Regina, Zizi Possi, Simone e Maria Bethânia. 

Filho do cantor, compositor e sanfoneiro Luiz Gonzaga (1912-1989), o músico morreu aos 45 anos, em decorrência de um acidente de carro.

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