A exploração comercial das ruínas cabia, até agora, ao Conselho Central de Arqueologia (KAS), muito preocupado com a proteção do patrimônio. Em décadas, alguns raros escolhidos – como a cineasta greco-canadense Nia Vardalos e o americano Francis Ford Coppola – puderam filmar na Acrópole, enquanto filmagens ou fotografias publicitárias eram totalmente excluídas.
Uma circular ministerial do final de dezembro fixa, agora, as regras para a locação desses tesouros arqueológicos, ao preço, por exemplo, de 1.600 euros para uma filmagem profissional na Acrópole. O ministério destaca, no entanto, que essa situação está submetida a uma série de condições, num país muito orgulhoso de seu patrimônio, e que teme que suas riquezas históricas e naturais possam ser leiloadas pelos credores, como a União Europeia (UE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI)."Aluga-se o Partenon" diz a manchete da edição desta terça-feira do jornal popular de direita Elefthéros Typos.