A primeira a pisar no sambódromo foi a Unidos do Guajuviras, de Canoas, que há quatro anos não desfilava em Porto Alegre. Com o tema: “O jogo vai começar, sou mais Guajuviras”, a escola, fundada em 1991, saudou o pequeno público presente nas arquibancadas e camarotes e animou a plateia.
Rebaixada em 2011, a Filhos da Candinha, da zona Leste da Capital, teve problemas com algumas fantasias no início do desfile, mas com a força de sua bateria, que foi criativa e empolgante, conseguiu superar as adversidades e apresentar aos foliões a história da rainha Laroiê Mulher.
Em seguida veio a Copacabana, do bairro Bom Jesus. Levando apenas uma alegoria para a avenida, a entidade não deixou a peteca cair e animou a torcida aos festejar os 50 anos da escola com o enredo "Domingo é Tri Legal".
Acompanhada de muita polêmica na última semana, devido à reutilização de dois carros alegóricos da Imperatriz Dona Leopoldina do ano passado, a escola Unidos do Capão, de Sapucaia do Sul, usou e abusou do laranja e do verde nas fantasias para alertar sobre a preservação da Amazônia.
Com alas bem compostas e coloridas, a escola desponta como uma das favoritas a uma vaga no Grupo A ao surpreender o público, mostrando exuberância e tecnologia nas alegorias.
Com fantasias precárias, mas bastante energia, a União da Tinga descreveu um pouco da história do carvão. Única representante do município de Tapes, a escola trouxe o tema “O voo da Fênix sobre o Vale do Sinos. Apito de Ouro conta a história Capilé”. A União da Tinga apresentou boas alas, porém teve problemas na evolução.
Antes do sol nascer, a Acadêmicos da Orgia encerrou os desfiles destacando a resistência do samba e a cultura afro-brasileira.