O cantor e compositor Guilherme Arantes tem 71 anos de idade, 48 anos de carreira, 27 álbuns lançados, 21 álbuns de inéditas. Ele está em turnê pelo país divulgando o seu mais recente álbum “A Desordem dos Templários”, de 2021. Ele sobe ao palco do Teatro da PUCRS (av. Ipiranga, 6681), hoje, às 21h, com ingressos no www.zig.tickets.
Desde 2019, Guilherme divide sua moradia entre Salvador, no Brasil, e Ávila, cidade medieval da Espanha. Durante a pandemia, em sua estadia em Ávila, estudou orquestração e música barroca, que influenciou o seu álbum mais recente “A Desordem dos Templários” (2021), com forte tempero progressivo.
No show, algumas das canções do novo álbum se incorporam aos grandes sucessos do artista. Guilherme Arantes tem músicas gravadas por Roberto Carlos, Maria Bethânia, Elis Regina, Caetano Veloso, Gal Costa, entre outros. Em sua coleção de sucessos estão “Planeta Água”, “Amanhã”, “Cheia de Charme”, “Meu Mundo e Nada Mais”, “Lindo Balão Azul”, “Deixa Chover”, “Lance Legal”, “Pedacinhos” e “Brincar de Viver”.
“A Desordem dos Templários” contém 10 faixas inéditas, sendo oito canções, um tema instrumental progressivo e, ainda, uma vinheta de sonoplastia conceitual. Envolto nas névoas de um clima onírico, este é um álbum impregnado de tons medievais, renascentistas e barrocos, misturando à "balada pop" tradicional do compositor os elementos fundamentais de uma “concepção musical brasileira”, como o lundu, a valsa, a modinha, a bossa nova, a toada ternária mineira e até o baião. O título do álbum é um delírio influenciado pelo “realismo fantástico”, pano de fundo da cultura reminiscente de uma mocidade vivida em tempos de rock progressivo.