Uma das tatuagens de Góis é a imagem do apresentador Gugu Liberato no braço esquerdo. O fã da Record já tem figuras por todo o corpo e pretende fazer mais. “Quase não tem mais espaço. Fiz até um documento em cartório, doando minha pele, quando eu morrer, para a Record.”
O sergipano disse que, apesar do preconceito, a demonstração da sua paixão com os desenhos na pele valem a pena: “Estou pagando um preço muito alto”, afirmou, contando que tem dificuldade de encontrar empregos por causa da nova aparência que assumiu em fevereiro do ano passado, quando fez a primeira marca em homenagem à emissora. “Me chamam até de bandido e maconheiro, mas tem outras pessoas que gostam e pedem autógrafos.” Ele ficou famoso em Caxias do Sul desde que começou a aparecer na TV, participando dos programas Hoje em Dia e Repórter Record. Góis também foi tema de matérias do site Correio do Povo e do R7.
Góis precisou fazer uma nova carteira de identidade por causa do rosto tatuado. “Talvez tenha que fazer outra”, afirmou. Casado há mais de 20 anos com Maria Marta Polo dos Santos Góis e pai de quatro filhos, o servente de pedreiro disse que já conquistou o apoio da família. “Antes eles não gostavam, mas agora aceitam e apoiam”. O sergipano precisou comprar uma nova TV para ver a Record e não brigar com os filhos que querem jogar videogame.