O curador Agnaldo Farias - professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Crítico de Arte - estabelece o diálogo por meio de 65 obras, divididas entre pinturas, esculturas e desenhos. São marcantes trabalhos dos artistas, como peças das séries “As Idiotas” e “Tudo Te É Falso e Inútil”, de Iberê; “Gabirus” e “Magrinhas”, de Xico; e a escultura “Acrólito”, de Vasco.
A outra é “Alfabeto Infinito”, uma mostra baseada em uma reflexão de dez anos feita pelos artistas Angela Detanico e Rafael Lain sobre sentido e representação gráfica, relações entre abstrato e concreto, sobre a imagem, o texto e o som. O ponto de partida para a pesquisa e a produção dos 16 trabalhos que serão expostos foi o seguinte questionamento: “É o mundo que se organiza para que possamos decodificá-lo, ou somos nós que projetamos significado sobre as coisas?”. A curadoria é da diretora da Associação Cultural Videobrasil, Solange Farkas.