Dos romances de formação (bildungsroman), comuns no século XIX, é que descende “Brooklyn”, do irlandês Colm Tóibín. A obra recebeu adaptação às telas pelo inglês Nick Hornby.
Desalentada pela falta de oportunidades na Irlanda, a jovem Ellis Lacey (Saoirse Ronan) se muda para o Brooklin, em Nova Iorque. Lá, ela sofre a falta da família e demora a se adaptar na América.
O amor, o trabalho em uma loja e o estudo como escriturária faz com que se firme nos Estados Unidos. Quando se apaixona por Tony (Emory Cohen), um encanador italiano, ela passa a querer criar raízes na América, mas a família na Irlanda quer que ela retorne e uma ocorrência trágica obriga-a a voltar, e logo ela se vê dividida.
Apesar de o filme não ser arrebatador, há méritos na história, uma atuação muito convincente da protagonista Saoirse Ronan e um clima meio emocional, que por vezes beira o piegas. Um filme bom, mas só isso.
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Indicado ao Oscar de melhor filme, "Brooklyn" chega aos cinemas
Longa protagonizado por Saoirse Ronan é uma das estreias desta quinta-feira