O tabloide Komsomolskaya Pravda informou, por sua vez, que a cantora se queixou a sua família por telefone de ameaças de outras detentas e pediu apoio a organizações de defesa dos direitos humanos. Segundo as agências de notícias russas, ela está neste momento em confinamento solitário, mais isso não foi confirmado pela administração da prisão.
Piotr Verzilov, marido de Nadejda Tolokonnikova, a outra jovem presa, disse que um advogado havia encontrado Maria Alekhina e confirmado que ela tinha sido transferida para uma cela solitária após um conflito com outras detentas. "Algumas presas disseram que ela iniciou uma greve de fome", relatou.
As três membros do Pussy Riot foram condenadas em agosto por "incitação ao ódio religioso" e por "perturbação da ordem" por terem cantado em fevereiro na catedral de Moscou uma "oração punk" pedindo que Virgem Maria "derrubasse" o presidente Putin do poder. Em 10 de outubro, a pena de duas foi confirmada depois de uma primeira apelação, enquanto a a terceira foi convertida em multa.