Outra integrante do grupo, Yekaterina Samutsevich, colocada em liberdade em outubro, indicou nesta sexta-feira à rede de televisão Dojd que Tolokonikova "sofria há muito tempo com dores de cabeça que podem ser consequência de uma doença grave".
Em fevereiro de 2012, três jovens do Pussy Riot – Nadezhda Tolokonikova, Yekaterina Samutsevich e Maria Alyokhina – subiram ao altar da catedral ortodoxa do Cristo Salvador em Moscou e cantaram uma oração punk na qual pediam à Virgem Maria que tirasse o presidente russo, Vladimir Putin, do poder.
Em agosto, um tribunal de Moscou condenou as três mulheres a dois anos de internamento em um campo por "hooliganismo motivado por ódio religioso". Após um processo em apelação em outubro, Samutsevitch foi libertada, enquanto o tribunal confirmou a condenação das outras duas integrantes.