O ator Jim Carrey foi processado nesta segunda-feira por ter supostamente fornecido medicamentos, com um nome falso, para sua namorada Cathriona White, que morreu por overdose de remédios no ano passado, e por tentar ocultar seu envolvimento.
De acordo com a ação, apresentada na Corte Superior de Los Angeles por Mark Burton, ex-marido de Cathriona, o ator "usou sua imensa riqueza e fama" para obter opiáceos para Cathriona . Burton assegura que o ator comprava remédios com o nome de "Arthur King" e que depois "tomou uma atitude para ocultar e confundir seu envolvimento e culpa" após a morte de Cathriona. Não foi possível contactar o representante de Carrey para que fizesse comentários a respeito.
No processo, diz que que Carrey estava obcecado por controlar e manipular a mulher, de 30 anos, com quem tinha uma relação irregular desde 2012; e que ele podia controlá-la através de câmeras de vigilância que ficavam em uma casa de Los Angeles onde Cathriona permanecia em algumas ocasiões. O ator e seu assistente supostamente teriam consciência de que White não havia saído de casa por mais de um dia em setembro, quando morreu, e nada fizeram.
As informações da imprensa até o momento sobre a morte de White diziam que Carrey e ela teriam rompido alguns dias antes. Nesse dia, Cathriona teria enviado uma mensagem em sua conta no Twitter em que dizia: "Estou desativando meu Twitter, espero ter sido uma luz para as pessoas mais próximas a mim e queridas".
Segundo a investigação judicial, Cathriona se matou devido uma dose letal de medicamentos controlados. O processo afirma que as três caixas de remédio que foram encontradas junto ao corpo estavam em nome de "Arthur King".
Jim Carrey é processado por morte de namorada
Ator comprava medicamentos com nome falso para companheira que sofreu overdose