A representação administrativa em face de Tereza Cristina da Silva Mortago, conhecida como Cristina Mortágua, foi feita pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ), por meio da 5ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da capital.
De acordo com declarações do menor, Cristina teria xingado, desferido socos, chutes e arremessado objetos contra ele. Na representação, consta que Mortágua declarou à polícia e à imprensa que as agressões foram motivadas por seu inconformismo quanto à "homossexualidade e o suposto uso de drogas" pelo filho. Ela também alegou estar sob efeitos de medicamentos controlados para tratamento de transtorno bipolar.