Arte & Agenda

Khalil abre lives do "CP ao Vivo lá em Casa" em 2021

Cantor, compositor e violonista paulista, que lançou disco de estreia em outubro de 2020, é a atração da live do CP nesta terça, às 18h15min

Khalil foi descoberto pelo fotógrafo Sergio Guerra, em 2018, na internet
Khalil foi descoberto pelo fotógrafo Sergio Guerra, em 2018, na internet Foto : Jeff / Divulgação / CP

O cantor, compositor e violonista Khalil é a atração desta terça-feira, às 18h15min, do “Correio do Povo ao Vivo Lá em Casa”. Ele lançou em outubro de 2020 o CD de estreia, "De Cara pro Vento", pela Maianga Discos e distribuição pela Dubas, com produção musical e arranjos de Alê Siqueira. Com apresentação de Luiz Gonzaga Lopes a live tem transmissão pelas plataformas do CP (Facebook, YouTube e Twitter). Sobre Khalil há que se falar que ele foi descoberto há pouco mais de dois anos pelo fotógrafo Sergio Guerra a partir de uma música exibida nas redes sociais, “Quem é Deus?”, que integra o CD de estreia, “De Cara pro Vento”. O disco apresenta Khalil com 13 faixas autorais, compostas a partir do seu encontro com o violão. O primeiro contato com o instrumento foi aos 13 anos de idade, em Belém do Pará. 

O paulista que encontrou sua voz e sua fonte de inspiração no norte do país e tem sua ancestralidade nordestina, foi surpreendido em 2019 com o convite do fotógrafo e produtor brasileiro radicado em Portugal, Sergio Guerra, para ir a Lisboa gravar suas músicas, fazer um CD pelo seu selo Maianga Discos, com distribuição pela Dubas. Khalil chegou a Lisboa com um violão simples, pouca bagagem e gravou por três dias na sala de Sergio Guerra, o seu álbum de estreia produzido por Alê Siqueira.

Com melodias autorais, maturidade confessional em suas letras, o álbum abre com “Força”, canção que homenageia o migrante brasileiro – “Uma mulher guerreira subiu num pau de arara. /Ainda menina, sem eira nem beira, partindo do nada pro nada, ela veio com a cara, a coragem e um matulão.“. Existencialismo, ancestralidade, a universalidade do místico africano e indígena, além da forte crítica político e social. É a poesia de Khalil que pontua suas canções com intervenções de tons, embaladas pelos arranjos e programações de Alê Siqueira. Entre as faixas, estão “Luz”, “Lapidar” e “Ele Não”. 

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