O repertório inclui vários sucessos dos primeiros discos que há tempos o trio não entoava, como “Seu Espião”, “Alice”, “Garotos”, “Dizer Não É Dizer Sim” e “Todo meu Ouro”, entre outras joias pop iniciais, sem esquecer canções mais recentes como “Em 92”, “Nada Sei” e a já célebre releitura da balada soul “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”. Entre as novidades, além de “Glitter de Principiante”, Toller e Israel compuseram ainda “Veio do Tempo” – sobre a ansiedade adolescente. O show “Glitter de Principiante” estreou em abril em Curitiba, já passou por São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis, sempre com casa cheia. O diferencial é que desta vez não há um disco para promover.
Outro show para conferir é do músico Thiago Di Luca, também hoje, às 12h30min, no Quindim do Quintana na Travessa dos Cataventos da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736), com participação do percussionista Lucas Kinoshita. Em fase de produção de seu novo show solo, Di Luca reúne composições próprias e canções de festivais de música do estado nos últimos cinco anos. Suas influências nascem dos mais diversos compositores brasileiros como Dorival Caymmi, até compositores de João Bosco, Vinícius de Moraes e Gonzaguinha.
No Opinião (José do Patrocínio, 834), a partir das 23h, terá show de reggae com as bandas Mato Seco e Brilho da Lata. A Mato Seco mostra as canções do álbum “Seco, Mas Não Morto”, que mostra a forma de luta e consciência como arma para libertação. O disco traz 14 faixas, sendo 13 autorais e uma refinada reedição do ilustre poeta Chico Buarque. A Brilho da Lata mostra um reggae-rock-político-performático com direito a gaita gaudéria, escaleta, malabarismos circenses e distorções. Quando o Movimento Cultural Brilho da Lata entra em cena, Jah veste sua jaqueta jeans surrada, seu All-Star e vai para a primeira fila. Mesclando composições românticas com críticas sociais, sem ser panfletária, o grupo se apropria de tons comuns ao rock e ao reggae.