Esse texto adotado em 1993 obriga os militares homossexuais a esconder sua orientação sexual diante da possibilidade de serem expulsos do Exército americano. Em uma mensagem de 7 minutos e 29, a cantora aparece em um vídeo em preto e branco, com roupa preta e uma bandeira americana ao fundo. O vídeo de quinta-feira também é divulgado no site da estrela, considerada um ícone gay.
Ela manda uma mensagem, primeiro, aos senadores republicanos John McCain, Mitch McConnell, James Inhoffe e Jeff Sessions, que votaram contra o texto, e depois volta-se para os seus "compatriotas americanos" e para o Senado dos Estados Unidos.
Ela afirma que várias associações de defesa dos militares homossexuais provaram "a aplicação constitucional incoerente e anticonstitucional desta lei". "Os soldados gays tornaram-se alvos", assegura Lady Gaga. "Estou aqui para ser uma voz para a minha geração, não a geração dos senadores que votam, mas para a geração afetada por esta lei, e cujos filhos serão afetados", acrescenta a cantora.
"Senadores, quando vocês enviam nossos homens e mulheres à guerra, quando vocês enviam nossas esposas, maridos, filhos e filhas ao combate, vocês vão honrá-los? Vocês apoiarão a suspensão desta lei na terça-feira?", lança ela. A cantora pediu então que os americanos telefonem para os seus senadores para pedir a eles que revoguem a lei. Lady Gaga concluiu sua mensagem fazendo um apelo aos senadores para que se oponham à "obstrução escandalosa de John McCain".
O líder da maioria democrata, Harry Reid, deve iniciar os debates na próxima semana em sessão plenária, quase quatro meses depois de ter passado pela Câmara dos Representantes.