Como em seus dois livros anteriores da trilogia Alada - "Perciliana e o Pássaro com Alma de Cão" (2005) e "Nenhum Pássaro no Céu" (2008) - o escritor confere à natureza não apenas o papel de cenário, de pano de fundo para o desenvolvimento da trama, mas também de personagem importante. E esse ingrediente fantástico adiciona ao contexto da narração um componente de transcendência, metafísico e indissociável do ethos gaúcho, especialmente da região da Fronteira, onde toda a narrativa se desenrola.
Lançamento do livro "Pássaros Grandes Não Cantam" ocorre hoje
Obra fecha trilogia de Luíz Horácio
O escritor Luíz Horácio encerra sua trilogia com o lançamento, nesta quinta-feira, às 19h30min, na Livraria Cultura do Bourbon Shopping (avenida Túlio de Rose, 80), de "Pássaros Grandes Não Cantam" (Global Editora). No romance, várias histórias se entrelaçam no objetivo principal de expor a natureza humana na plenitude de suas fraquezas, sua morbidez, sua crueldade, mas, também, de sua enorme capacidade de amar, que, no cenário do pampa gaúcho, se revela sempre de modo muito peculiar.
Como em seus dois livros anteriores da trilogia Alada - "Perciliana e o Pássaro com Alma de Cão" (2005) e "Nenhum Pássaro no Céu" (2008) - o escritor confere à natureza não apenas o papel de cenário, de pano de fundo para o desenvolvimento da trama, mas também de personagem importante. E esse ingrediente fantástico adiciona ao contexto da narração um componente de transcendência, metafísico e indissociável do ethos gaúcho, especialmente da região da Fronteira, onde toda a narrativa se desenrola.
Como em seus dois livros anteriores da trilogia Alada - "Perciliana e o Pássaro com Alma de Cão" (2005) e "Nenhum Pássaro no Céu" (2008) - o escritor confere à natureza não apenas o papel de cenário, de pano de fundo para o desenvolvimento da trama, mas também de personagem importante. E esse ingrediente fantástico adiciona ao contexto da narração um componente de transcendência, metafísico e indissociável do ethos gaúcho, especialmente da região da Fronteira, onde toda a narrativa se desenrola.