Todo mundo sabe que apesar de genial, o cantor e compositor Michael Jackson – morto em 25 de junho de 2009 – tinha convicções pouco convencionais.
Dezenas de livros já foram publicados com enfoque nesse lado do Rei do Pop como Michael Jackson - A Magia e a Loucura, de Randy J Taraborelli. A partir de 10 de fevereiro, mais um título entrará para essa lista: As Confissões de Michael Jackson, do rabino Shmuley Boteach.
A obra da editora Global Rhythm – que não tem lançamento previsto para o Brasil – traz conversas que Michael teve com o seu confessor e amigo Boteach. Por exemplo, um dia, o músico se descreveu como uma entidade superior.
- Eu represento um ser superior. Eu não estou dizendo que é Deus.
Essa e outras declarações foram gravadas entre 2000 e 2001 e transcritas para o livro. Na obra, Boteach explica seu relacionamento com o músico, comenta as alegações de pedofilia que o Rei do Pop encarou nos últimos anos de sua vida e fala sobre a mania de grandeza do ídolo e suas teorias sobre Deus, o Diabo e a criação do Universo.
O título ainda apresenta páginas sobre a depressão que o artista enfrentava, seus conflitos internos e externos e o medo do envelhecimento.
Livro de rabino revela as convicções íntimas de Michael Jackson
Rei do Pop acreditava representar um ser superior