Detalhando a história da compra e destruição do Twitter, o livro “Character Limit: How Elon Musk Destroyed Twitter” (ou “Limite de Caracteres: Como Elon Musk Destruiu o Twitter”), escrito por dois repórteres do New York Times, Kate Conger e Ryan Mac, chega ao Brasil em breve, pela editora Todavia. O livro promete uma análise das consequências políticas, sociais e financeiras. Além de contar com fontes de dentro da empresa e próximas de Elon Musk.
Foi em outubro de 2022 que o bilionário Elon Musk comprou o Twitter por US$44 bilhões. A rede social teve o nome trocada para “X”, mas essa não foi a única mudança, logo o empresário se envolveu em inúmeras polêmicas, como por exemplo, o Twitter Blue, um serviço de assinatura que agora permite aos usuários comprar um dos cobiçados selos verificados da plataforma.
Confira a sinopse do livro:
Musk entrou na plataforma em 2010 e, em 2022, tornou-se um dos usuários mais influentes do site, conquistando mais de 80 milhões de seguidores com uma mistura de provocações, promoção de suas empresas e ataques a seus inimigos. Para Musk, o Twitter — antes conhecido por seu compromisso quase absoluto com a liberdade de expressão — havia perdido o rumo. Ele o culpou pela proliferação do que chamou de "vírus da mente acordada" e afirmou que a sobrevivência da democracia e da própria raça humana dependia do futuro do site. Em janeiro de 2022, Musk começou a acumular ações do Twitter secretamente. Em abril, ele era seu maior acionista e, logo depois, fez uma oferta não solicitada para comprar a empresa pela inimaginável quantia de US$44 bilhões. Encurralado, o conselho do Twitter aceitou sua oferta — mas Musk rapidamente mudou de ideia, forçando o Twitter a processá-lo para fechar o negócio em outubro. O homem mais rico do planeta controlava uma das plataformas de mídia mais poderosas do mundo — mas a que preço? Em pouco tempo, o Twitter desapareceria para sempre, substituído por algo radicalmente diferente, enquanto Musk refazia a empresa à sua própria imagem do zero.
O fim do “X” no Brasil?
Nesta quarta-feira, dia 28, o perfil oficial do Superior Tribunal Federal enviou um mandado de intimação do ministro Alexandre de Moraes para Elon Musk, através de sua rede social “X”. O documento determina a apresentação em até 24h de um representante da empresa em território brasileiro, sob pena de suspensão da plataforma caso a determinação não seja cumprida.
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*Com informações da colunista do R7, Vivian Masutti.