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“Lo que Queda en el Camino” chega aos cinemas no dia 18 de julho

Longa dirigido por Jakob Krese e Danilo do Carmo conta a jornada épica de Lilian, uma mãe solo, e seus quatro filhos, que migram em busca de uma vida melhor

Filme aborda a relevância social da migração, fenômeno que tem crescido em todo o mundo, especialmente no contexto da América Central, onde a violência e a falta de perspectivas levam muitas mães solos a arriscarem suas vidas para garantir um futuro melhor para seus filhos.
Filme aborda a relevância social da migração, fenômeno que tem crescido em todo o mundo, especialmente no contexto da América Central, onde a violência e a falta de perspectivas levam muitas mães solos a arriscarem suas vidas para garantir um futuro melhor para seus filhos. Foto : Lira Filmes / Divulgação / CP

No dia 18 de julho, entra em cartaz o filme “Lo que Queda en el Camino”, que conta a jornada épica de Lilian, uma mãe solo, e seus quatro filhos, que migram em busca de uma vida melhor. Ao deixarem a Guatemala, eles se unem a uma caravana de milhares de migrantes, determinados a percorrer os mais de 4 mil quilômetros até a fronteira entre o México e os EUA. Apesar de todos os perigos do caminho, essa é sua maior esperança de tentar um novo futuro para ela e seus filhos.

O filme convida o espectador a compartilhar a trajetória de Lilian e refletir sobre o papel da mãe solo na estruturação de sua família. Mesmo quando se sente totalmente à deriva, Lilian encontra coragem para enfrentar os desafios e consegue construir laços com outros migrantes ao longo do caminho. Ao acompanhar a caravana, o longa testemunha a força e a resiliência dessa comunidade e mergulha em retrato íntimo da protagonista, com suas alegrias e tristezas, sua coragem e aflições de ser mulher e mãe solo em um mundo dominado por homens.

A direção de Jakob Krese (Alemanha) e Danilo do Carmo (Brasil) aborda a relevância social da migração, fenômeno que tem crescido em todo o mundo nos últimos anos, especialmente no contexto da América Central, onde a violência e a falta de perspectivas levam muitas mães solos a arriscarem suas vidas para garantir um futuro melhor para seus filhos. Além disso, o filme fala de questões importantes, como a violência doméstica, frequentemente negligenciada nas narrativas sobre a migração. A coprodução entre Alemanha e Brasil reúne equipes de diversos países construindo uma perspectiva multicultural para história de Lilian, tão única quanto universal.

O longa recebeu reconhecimento em diversos festivais internacionais, incluindo o prêmio de Melhor Documentário no Five Lakes Film Festival e no Impacte! Human Rights Film Festival, além de Menções honrosas no Dok Leipzig, no Dok Aviv e no Festival de Cinema de Guanajuato. O filme também recebeu o Prêmio Alemão de Direção de Fotografia e o de Melhor Som do Prêmio ABC - Associação Brasileira de Cinematografia.

Confira o trailer:

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