Certo dia, um contêiner com africanos nesta situação é encontrado por policiais e um menino consegue fugir. O garoto passa a se esconder pelo porto, quando o velho escritor o vê. Ao mesmo tempo, Arletty fica doente e é hospitalizada. Marcel acaba dividindo seu tempo hospedando o garoto, burlando a Polícia e visitando a mulher no hospital. Uma das questões mais interessantes no filme é a rede de solidariedade clandestina que se forma para ajudar o menino e impedir que seja extraditado. É um filme simples que se torna encantador. Mostra que não é preciso grandes aparatos para se contar uma boa história. Ganhou o Prêmio Fipresci (da crítica) no Festival de Cannes 2011.
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