O médico de 60 anos evitou passar por um grupo de fãs do cantor. Sua advogada, Valerie Wass, reagiu considerando que "este grupo de fãs não está respeitando o legado (de Jackson)", segundo o jornal Los Angeles Times. O paradeiro de Murray não foi revelado. "Ele foi libertado com segurança", limitou-se a informar o porta-voz do xerife do condado de Los Angeles.
No início deste mês, um júri decidiu que a promotora AEG Live não foi responsável pela morte de Michael Jackson, negando assim uma indenização multimilionária cobrada pela família do cantor, após um julgamento de mais de cinco meses em Los Angeles. A família alegava que a empresa tinha negligentemente contratado o cardiologista para cuidar da estrela.
Em uma entrevista após o fim do julgamento, Murray foi questionado sobre o que planejava fazer após a sua libertação. "Recomeçarei minha vida e, se Deus quiser, serei um modelo para mostrar ao mundo que, apesar das adversidades, quando as coisas ruins acontecem a pessoas boas, elas podem reiniciar suas vidas e ter sucesso", disse ele ao programa de televisão "Today". O cardiologista teve sua licença médica suspensa em três estados.