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Médicos estancam sangramento em Gianecchini

Por conta da saúde ainda frágil, quimioterapia do ator precisou ser adiada

Por conta da saúde ainda frágil, quimioterapia do ator precisou ser adiada
Por conta da saúde ainda frágil, quimioterapia do ator precisou ser adiada Foto : Maurício Lima / AFP / CP Memória
A quimioterapia do ator Reynaldo Gianecchini, que iria começar na quinta-feira, precisou ser adiada. De acordo com o boletim médico divulgado hoje pelo hospital paulistano Sírio-Libanês, onde ele permanece internado, o ator foi diagnosticado com um linfoma do tipo T angioimunoblástico.

Na noite de quarta, durante a passagem do cateter por onde o medicamento será inserido, Giane apresentou um sangramento que foi tratado prontamente pela equipe médica que o assiste. O hospital informa que o paciente está estável, sendo preparado para a quimioterapia, que ainda não tem previsão de início.

O linfoma de célula T é uma forma mais agressiva da doença, segundo revelou ao R7 o médico André Murad, chefe do Serviço de Oncologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). "É um tipo de linfoma mais resistente ao tratamento do que o de célula B, que foi o caso da presidente Dilma Rousseff. Em alguns casos, quando o tumor resiste à quimioterapia, pode ser necessária a realização de um transplante de medula. Porém, o ator Reynaldo Gianecchini é jovem, está sendo muito bem assistido e, certamente, terá sucesso em seu tratamento."

Segundo as informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), a quimioterapia consiste na combinação de duas ou mais drogas, sob várias formas de administração, de acordo com o tipo de linfoma não-Hodgkin.

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