O editor contou precisar de toda a sua força apenas para virar uma página do livro, e que foram necessárias três horas para arrumá-lo no estande da feira. "Hoje, tudo é digital e volátil. Isso ainda estará por aqui dentro de 500 anos", destacou Cheers. "Estamos criando um legado."
O atlas levou cerca de um mês para ser produzido, e sua tiragem inicial será de apenas 31 exemplares. Dois volumes já foram vendidos a museus nos Emirados Árabes Unidos e o australiano se mostrou confiante de que, em breve, todos terão sido comprados. O superlivro contém mapas de continentes inteiros, assim como imagens gigantes de locais famosos, montadas a partir de 1.000 imagens individuais.
Cheers trabalhou para as gigantes britânicas Penguin e Random House, mas nenhuma delas se interessou por seu projeto. Assim, ele decidiu se tornar editor independente e fundar sua própria firma.