A escritora Martha Medeiros vai abrir o projeto “Literatura e Música no Memorial”, promovido pelo Ministério Público do RS, com apresentação do jornalista Juarez Fonseca. A conversa será nesta sexta, 17 de abril, às 19h, no Memorial do Ministério Público do RS, Praça Marechal Deodoro (Matriz), 110, com entrada franca.
Escritora de maior vendagem do País, mais de um milhão de livros, Martha escreve desde menina. Formada em 1982 pela Faculdade dos Meios de Comunicação Social da PUC, dirigiu-se durante um tempo para a área da publicidade, e era redatora em uma agência de Porto Alegre quando lançou o primeiro livro, de poemas, em 1985. Mas logo a crônica ocuparia amplo espaço.
No Rio Grande do Sul, ela ganharia popularidade como cronista de imprensa, a partir de 1994 (até hoje). E os livros de crônica viriam um atrás do outro, entremeados por quatro romances, duas novelas, três relatos de viagens, dois de contos, um livro infantil... A projeção nacional viria em 2002, com o romance "Divã", muito bem recebido pela crítica.
Em 2004, suas crônicas passaram a ser publicadas no jornal O Globo. Em 2011, o volume de crônicas “Feliz Por Nada” liderou por meses a lista de mais vendidos do Brasil. No total, incluindo cinco antologias, são 35 títulos lançados em 40 anos – e vários desses títulos saíram também na coleção L&PM Pocket. Sem falar nas várias adaptações para teatro, cinema e televisão.
E Martha nunca foi afetada pelo status de celebridade. Durante anos recusou os convites para ser patrona da Feira do Livro de Porto Alegre. No ano passado, aceitou para 71ª edição. E cumpriu a função, sempre presente, caminhando pela praça, obviamente muito assediada, e sempre gentil. A direção geral do Memorial é de Gunter Axt.
Serviço
O Quê: Literatura e Música no Memorial – Juarez Fonseca conversa com Martha Medeiros
Quando: Dia 17 de abril, às 19h, no Memorial do Ministério Público do RS, Praça Marechal Deodoro (Matriz), 110.
Quanto: Entrada franca.
Próxima atração, dia 15 de maio
Mesa redonda sobre Mario Quintana, com Sergio Faraco, Armindo Trevisan, Liberato Vieira da Cunha e Dulce Helfer