Metallica vai eletrizar Porto Alegre hoje à noite

Metallica vai eletrizar Porto Alegre hoje à noite

Banda chega para sua terceira apresentação na Capital na noite desta quinta-feira, às 21h, no estacionamento da Fiergs

Luiz Gonzaga Lopes

Metallica fecha noite pesada do Rock in Rio

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Desde sua fundação em 1981, a banda Metallica já passou por várias formações, saídas de nomes-chave, crises muito fortes como a retratada no fabuloso documentário “Some Kind of Monster”, de 2004. São 41 anos e mais de 150 milhões de álbuns vendidos contornando tudo e vivendo a dor e a delícia de ser uma banda estelar. 

Tudo isto e muito mais estará diante do público gaúcho e da região nesta quinta, às 21h, no estacionamento da Fiergs (Assis Brasil, 8787). Restam pouquíssimos ingressos pelo eventim.com.br/metallica. Será a terceira vez da banda californiana em Porto Alegre. As outras duas foram em 6 de maio de 1999 e em 28 de janeiro de 2010. 

A julgar pelos dois primeiros shows do giro sul-americano da banda em sua turnê Worldwired”, na Hípica, em Santiago, dia 27 de abril, e no Campo de Polo Argentino, dia 30 de abril, em Buenos Aires, o público porto-alegrense pode esperar a vitalidade de sempre da banda que está com uma energia intensa e cujas trocas com o público são efusivas. Os portões para o show abrem às 15h (veja serviço ao final). A banda de abertura local será a Ego Kill Tallent às 18h30min. A banda de abertura da turnê será o Greta Van Fleet às 19h30min, que valeria show sozinho. Considerados descendentes do Led Zeppelin desta geração, a banda tem 10 anos de estrada e deve tocar canções como “Safari Song”, “Highway True” e “Flower Power”

A hora do quarteto – formado por James Hetfield (guitarra e voz), Lars Ulrich (bateria e vocais), Kirk Hammett (guitarra e vocais) e Robert Trujillo (baixo) –, entrar em cena será às 21h. O início é sempre impactante. Aos primeiros riffs de “It’s a Long Way to the Top (If You Wanna Rock ‘n’ Roll), do AC/DC, o público já se alvoroça, mas quando o telão ganha “The Ecstasy of Gold”, trilha de Ennio Morricone para “Três Homens em Conflito”, de Sergio Leone, aí o público já começa a participar. Com aquela batida multiplicada por caixa, surdo e dois bumbos, Lars Ulrich dá o tom da velocíssima “Whiplash”, de “Kill’em All” (1983). 

Daí em diante, o peso não mais abandona o palco, com direito a velocidade da mão direita de Hetfield nos riffs, os solos esfuziantes de Hammett, a marcação força bruta de Trujillo, e a sincopagem com solavancos e rolos precisos de Ulrich. Seguem no roteiro da noite a pesadíssima “Ride the Lightning”, do disco homônimo, de 1984, com outras pérolas como “Seek & Destroy, “Kill’em All”, “One”, Sad But True”, “The Unforgiven”, “For Whom the Bells Tols” e “Creeping Death”. No bis, destaque para “Nothing Else Matters” e “Enter Sandman”, em show com duração próxima de 2 horas e 16 músicas.


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