A história acompanha But R (Nicholas Hoult), um zumbi que tenta se adaptar à sua nova condição. Em meio a uma crise existencial, ele conhece Julie (Teresa Palmer), uma adolescente humana, que é, também, a namorada de uma de suas vítimas. A trama segue no melhor estilo “o-amor-transforma”.
Lá fora, o longa-metragem tem conquistado bons números. "Meu Namorado é um Zumbi" rendeu US$ 19,5 milhões no seu final de semana de estreia nos Estados Unidos e superou "Bullet to the Head", de Silvester Stallone, como a maior bilheteria do último final de semana.
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Febre "zumbi" segue em alta
A onda de “mortos-vivos” vem conquistando o público há anos e permanece em alta. "Meu Namorado é um Zumbi" estreia nas telas brasileiras ao mesmo tempo que a série “The Walking Dead” volta com episódios inéditos de sua terceira temporada, dia 12, terça, na Fox, às 22h15min. Os novos episódios chegam ao Brasil com dois dias de diferença dos Estados Unidos. A saga vem sendo editada pela Record; e agora, outro selo se insere no tema.
A editora Évora está lançando o primeiro título de uma trilogia do gênero, “Apocalipse Zumbi: Os Primeiros Anos”, do escritor brasileiro Alexandre Callari. O lançamento combina texto, conteúdo on-line e música para narrar a história de personagens que lutam contra a dominação zumbi. O livro narra a trajetória de um casal, Manes e Liza, que fazem de tudo para sobreviver aos ataques.
O assunto ganhará um aval ainda maior e mais glamuroso através de Hollywood quando o astro Brad Pitt, finalmente, entrar em cena no thriller apocalíptico “Guerra Mundial Z”. A superprodução custou 125 milhões de dólares e foi dirigida por Marc Forster. Na fita, Pitt é um pai de família, que trabalha na Organização das Nações Unidas (ONU) e luta contra uma epidemia mundial que transformou a população em mortos-vivos.