Os ministros do governo Lula repercutiram nesta sexta-feira, 23, na rede social X, a morte do fotógrafo Sebastião Salgado.
Reconhecido internacionalmente, Salgado morreu aos 81 anos em Paris, França. Ele deixa sua mulher Lélia Wanick Salgado, e dois filhos, Juliano e Rodrigo. O fotógrafo nasceu em 8 de fevereiro de 1944, na cidade Aimorés, interior de Minas Gerais. Ele é conhecido por ter registrado seres humanos vivendo em condições subumanas, e em trabalhos que chamaram a atenção para a importância da preservação do meio ambiente e da justiça social.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse que Salgado, com suas fotografias, "revelou as belezas e injustiças do mundo".
Com suas lentes, Sebastião Salgado nos revelou as belezas e injustiças do mundo, congeladas em seus registros fotográficos. Uma celebração da vida e da natureza e um chamado à ação consciente, em prol de um mundo inclusivo e sustentável. Neste momento de dor, transmito meus… pic.twitter.com/lnGzqwBumi
— Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) May 23, 2025
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ter perdido um amigo e que a morte do mineiro "deixa uma lacuna irreparável no jornalismo brasileiro".
Eu perdi um amigo. O Brasil perdeu um dos maiores expoentes da fotografia mundial. A morte de Sebastião Salgado deixa uma lacuna irreparável no jornalismo brasileiro.
— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) May 23, 2025
Descanse em paz, companheiro.
📷 @ricardostuckert pic.twitter.com/wfXgawR4vY
A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, destacou que Salgado fez da fotografia um instrumento poderoso de "denúncia contra a desigualdade", além de ter mostrado "a força dos mais fracos na luta coletiva pela vida e pela transformação".
Sebastião Salgado fez de sua arte, a fotografia, um poderoso instrumento de denúncia contra a desigualdade. No Brasil e em todos os lugares do planeta que suas lentes alcançaram, fez o registro das injustiças, mas também mostrou a força dos mais fracos na luta coletiva pela vida…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) May 23, 2025
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou a origem mineira do fotógrafo e disse que ele revelou "duras realidades das desigualdades sociais" ao mundo e contribuiu na luta contra injustiças sociais "de maneira inestimável".
Filho de Minas Gerais, Sebastião Salgado com sua lente sensível e corajosa revelou ao mundo as duras realidades das desigualdades sociais.
— Alexandre Silveira (@asilveiramg) May 23, 2025
O ministro dos Transportes, Renan Filho, contou que recebeu um livro de Salgado ano passado com os registros fotográficos da Amazônia feitos pelo mineiro. "Hoje, o Brasil se despede de um homem que nunca apontou a câmera à toa", escreveu Filho.
No ano passado, Sebastião me mandou um livro com suas fotografias da Amazônia. Veio com uma dedicatória linda e um pedido por um país mais justo e com mais oportunidades pra todos. Hoje, o Brasil se despede de um homem que nunca apontou a câmera à toa. Fotografou o que o mundo… pic.twitter.com/gWXKjZiWKQ
— Renan Filho (@RenanFilho_) May 23, 2025
O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que o fotógrafo eternizou a "dignidade dos povos invisíveis e injustiçados", além de ter capturado a "força da natureza" com precisão.
O Brasil perde hoje um dos seus maiores olhares. Sebastião Salgado eternizou, com sensibilidade e coragem, a dignidade dos povos invisíveis e injustiçados, além de capturar com precisão a força da natureza. Sua arte é um patrimônio da humanidade. Minha solidariedade à família,… pic.twitter.com/Z1DpBpqCcM
— Silvio Costa Filho (@Silvio_CFilho) May 23, 2025