Na primeira fase, a Fundação funcionou na antiga residência do casal, no bairro Nonoai, em Porto Alegre. Em 1996, decidiu-se construir uma nova sede para a Fundação.
Em um projeto do arquiteto português Álvaro Siza, o novo prédio foi inaugurado no dia 30 de maio de 2008 e se tornou um dos cartões postais da cidade, tornando-se não apenas guardião do acervo de Iberê e local de exposições permanentes de sua obra, mas ainda apresentando exposições de outros artistas renomados. Maria ajudou também, com entrevistas e colaboração pessoal, no trabalho de catalogação de gravuras do marido, coordenado pela professora Mônica Zielinsky.
O velório será 14h às 20h desta quarta-feira, no auditório da Fundação Iberê Camargo, que ficará fechado para as exposições. O sepultamento será na quinta-feira, às 11h, no Cemitério da Santa Casa.