Em seu primeiro livro de poemas, "Os ecos da floresta", publicado em 1944, descreveu o que viria a ser a característica de seu trabalho: um homem perdido, desorientado e desesperado após o trauma e a carnificina da guerra, que considera que a vida e a poesia não podem continuar como antes e se rebela contra a perda de valores.
Seus livros de poemas incluem "Inquietude" (1947), "Conversa com o Príncipe" (1960), "Sobre a superfície do poema e seu interior" (1983) e "Sempre um fragmento" (1998).