A decisão de reabrir a investigação judicial acontece um ano depois da demissão da juíza forense que presidiu a apuração inicial, Suzanne Greenaway, por não estar qualificada para exercer cargo. A australiana carecia dos cinco anos de experiência no Reino Unido requeridos para optar ao posto, para o qual foi, além disso, nomeada por seu marido, Andrew Reid, juiz forense que renunciou no início deste mês.
Na investigação de outubro de 2011, Greenaway estabeleceu que a cantora morreu de maneira acidental por causa da ingestão de uma grande quantidade de álcool depois de um período de abstinência, veredicto que poderá ser revisado. A necropsia não pôde estabelecer formalmente as causas da morte, mas exames toxicológicos posteriores revelaram a presença de álcool.