Arte & Agenda

Museu da Cultura Hip Hop RS ganha 500 novos itens e está ainda mais tecnológico e interativo

Espaço retorna após recesso com remodelação geral em sua área permanente e experiência imersiva

Sala Cinco Elementos reflete sobre os valores centrais do hip hop: resistência, criatividade e coletividade
Sala Cinco Elementos reflete sobre os valores centrais do hip hop: resistência, criatividade e coletividade Foto : Museu da Cultura Hip Hop RS / Divulgação / CP

Prestes a registrar 60 mil visitas em dois anos de atividade, o Museu da Cultura Hip Hop RS - primeiro e único da América Latina dedicado ao movimento - acaba de passar por uma remodelação geral em sua área permanente por meio da Lei Rouanet, patrocínio master Petrobras e patrocínio Caixa Econômica Federal. Com quinhentos novos itens, provenientes das nove regiões funcionais do estado, e ainda mais tecnológica e interativa, esta experiência imersiva estreou na terça-feira, 03 de fevereiro, data em que o espaço reabriu após período de recesso. O Museu do Hip Hop fica situado na Rua Parque dos Nativos, 545, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. O horário de funcionamento é de terça a sábado, das 9h às 12h e das 14h às 17h. A entrada é gratuita.

Referência na preservação, documentação e difusão da cultura hip hop no Brasil, especialmente na região sul, o Museu do Hip Hop ganhou novos painéis de LED, telas touch, projeções e plotagens, valorizando a memória, a estética e o caráter comunitário do hip hop. A intervenção prioriza a compreensão conceitual do movimento, seus elementos culturais, sua história e sua relevância social, sem alterar a estrutura física já consolidada.

Além das novidades nos espaços comuns como corredores, banheiros, recepção e biblioteca, a Exposição Permanente tornou-se o coração após a remodelação. Agora, chamada de Sala Cinco Elementos, a área conta com 14 núcleos temáticos, cada um concebido para proporcionar ao visitante uma experiência narrativa, educativa e sensorial, refletindo os valores centrais do hip hop: resistência, criatividade e coletividade.

“O museu é um organismo pulsante que sempre estará sendo atualizado, porque a história do hip hop não para. Todos os dias o movimento cresce. Então, a nossa ideia é ter remodelações significativas para ampliar o conhecimento e enriquecer a experiência do público. Já temos muitos agendamentos de novas instituições para 2026, e o museu ganha cada vez mais projeção despertando o interesse de renovação do público. E agora, os mais de 57 mil visitantes que passaram por aqui nos últimos dois anos também podem retornar para uma experiência inédita”, explica Rafa Rafuagi, fundador e coordenador do Museu da Cultura Hip Hop RS.

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