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"Não haverá paz para os malvados" reinou em premiação do cinema espanhol

A 26ª edição do Prêmio Goya premiou "Um conto chinês" como o melhor filme hispano-americano

O Artista, de Michel Hazanavicius, foi escolhido o melhor filme europeu
O Artista, de Michel Hazanavicius, foi escolhido o melhor filme europeu Foto : Divulgação / CP
A 26ª edição dos prêmios Goya premiou nesse domingo, em Madri, os destaques escolhidos pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha. "Não haverá paz para os malvados", de Enrique Urbizu, foi escolhido o melhor filme e a melhor direção. "Um conto chinês", do argentino Sebastián Borensztein, foi o melhor filme hispano-americano.

O prêmio de melhor ator ficou com José Coronado, por "Não haverá paz para os malvados", e Elena Anaya foi escolhida a melhor atriz por "A pele que habito". Lluís Homar foi eleito o melhor ator coadjuvante, por "Eva", e Ana Wagener a melhor atriz coadjuvante por "A voz adormecida". Jan Cornet foi o ato revelação, por "A pele que habito" e María León a atriz revelação, por "A voz adormecida".

"La nana de la hierbabuena", de Carmen Agredano para "A voz adormecida", foi escolhida a melhor canção original. O melhor roteiro original ficou com Enrique Urbizu e Michel Gaztambide por "Não haverá paz para os malvados". O melhor roteiro adaptado foi para Angel de la Cruz, Ignacio Ferreras, Paco Roca e Rosana Cechinni, por "Rugas". "O Artista", de Michel Hazanavicius, foi escolhido o melhor filme europeu.

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