Arte & Agenda

Noite do reggae positivo da Planta e Raiz em Porto Alegre

Banda paulistana apresenta no Opinião, nesta quarta-feira, 30, a partir das 23h, o show que reúne canções dos projetos feitos pela banda desde o início da pandemia

Banda de reggae Planta e Raiz apresenta show nesta quarta, 30 de abril, a partir das 23h, no Opinião
Banda de reggae Planta e Raiz apresenta show nesta quarta, 30 de abril, a partir das 23h, no Opinião Foto : Maria Kellermann / Divulgação / CP

Em 1998, o reggae brasileiro viu surgir uma das bandas que mais emanam vibrações de amor, de energia positiva e de mensagens de enlevo em sua história. Após 27 anos e 14 discos lançados, a banda paulistana Planta e Raiz se tornou uma das mais essenciais do reggae nacional. Após dois anos, a banda volta a se apresentar em Porto Alegre, nesta quarta, às 23h, no Opinião (José do Patrocínio, 834). Ingressos na Sympla.

O grupo lançou no ano passado o CD/DVD “Planta e Raiz – Ao Vivo em Noronha”, segue com os singles do projeto “Tranquilize”, com versões de clássicos nacionais e lança no dia 16 de maio, o disco “Flor de Fogo”, com oito músicos do disco de Noronha, mais duas canções inéditas, “Contemplador de Estrelas” e “Não Chore”. É claro que hits, como “Com Certeza”, “Aquele Lugar”, “Pra Poucos” e “Filho do Leão” estarão no setlist, assim como as recentes “Lilás” e “Partiu”. A banda é formada por Formado por Zeider Pires (vocal), Franja e Fernandinho (guitarras), Samambaia (baixo) e Juliano (bateria). “É um prazer e uma honra tocar para este povo do RS, que mora no nosso coração, que sempre nos recebeu com carinho desde as primeiras aparições, no começo dos anos 2000, quando a gente abriu para a Tribo de Jah, no próprio Opinião”, lembra Zeider.

Sobre o show atual, Zeider lembra que tem um pouco de tudo que a banda fez desde a pandemia. “O show tem um pouco do Acústico, que lançamos em quatro partes em 2022, aí gravamos o show de Noronha em 2023, que foi um capítulo maravilhoso, um sonho realizado e nesses dois trabalhos a gente teve lançamento de pelo menos oito músicas inéditas em cada. E tem as faixas do ‘Tranquilize’ e a gente continua tocando as clássicas, aquilo que a gente sempre tocou, que fez a gente ser quem a gente é, aquelas músicas que marcam a vida das pessoas que nunca vão deixar de ser tocadas, e é sempre um prazer repeti-las, porque a energia de cada show é sempre única”, explica Zeider, lembrando da cena reggae gaúcha durante a entrevista, em nomes como Produto Nacional, Chimarruts, Acústico Reggae e Armandinho, entre outros.

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