Com uma heroína imperfeita, mas encantadora, “Emma” é frequentemente vista como a obra mais completa de Jane Austen (1775 – 1817). A publicação volta ao mercado pela Companhia da Letras e com tradução de Julia Romeu.
Jane é uma das escritoras mais amadas da história. Autora de títulos como “Razão e sensibilidade”, “Orgulho e Preconceito”, com adaptações para cinema, seus textos trazem as responsabilidades sociais delegadas às mulheres e a falta de controle sobre o próprio destino e o amor.
Em “Emma”, a personagem Emma Woodhouse, bonita, inteligente, rica e solteira, está perfeitamente feliz com sua vida e não vê necessidade de se apaixonar ou de se casar. Nada, no entanto, a agrada mais do que interferir na vida romântica dos outros. Mas quando ela ignora as advertências do Sr. Knightley e tenta arranjar um marido para sua amiga e protegida Harriet Smith, seus planos – tão cuidadosamente elaborados – não saem como ela imaginava.
No cinema, a adaptação de “Emma” conta com atuação de atriz Anya Taylor-Joy (O Gambito da Rainha). O filme britânico de comédia foi dirigido por Autumn de Wilde, com um roteiro escrito por Eleanor Catton.