Uma nova adaptação do romance de Lew Wallace “Ben-Hur” chega hoje aos cinemas. Nesta história ambientada na Palestina dos tempos de Cristo, o nobre judeu Judah Ben-Hur (Jack Huston) é injustamente acusado de um crime que não cometeu. Sua família cai em desgraça e ele é obrigado a remar nas galés. O pior é saber que foi traído pelo seu próprio irmão adotivo, Messala, um soldado romano.
Após 8 anos, Ben-Hur consegue sobreviver a um naufrágio. Com ajuda de um negociante (Morgan Freeman), o judeu arquiteta um plano de vingança, que culminará em uma corrida de bigas contra Messala, agora um ídolo do império romano.
A direção é de Timur Bekmambetov, russo que ficou famoso por seus arrojados movimentos de câmera. A produção tem participação brasileira. Rodrigo Santoro interpreta Jesus Cristo, visto que o protagonista da trama cruza com o Messias. Sobre sua preparação, Santoro disse que procurou fazer um processo de interiorização para viver o personagem.
A única razão para se refilmar o clássico de William Wyler (1959), ganhador de 11 Oscars, são os efeitos especiais, que agora contam com mais recursos. E eles não decepcionam. Mas é um filme com menos “alma”. E Huston, apesar do esforço, não chega nem perto da atuação carismática de Charlton Heston. Contudo, é preciso admitir que a mensagem deste épico nunca esteve tão atual: a necessidade da tolerância.
Assista ao trailer:
Nova versão de "Ben-Hur" estreia nos cinemas
Filme tem direção de Timur Bekmambetov e Rodrigo Santoro no elenco