Uma das novidades do livro de Ortiz está na estrutura e no gênero da obra. Depois de dez livros de reportagem, dedicados a grandes travessias, e dois de crônicas, da série sobre cidades ('Havana' e 'Jerusalém'), Ortiz retorna ao romance, gênero em que havia se aventurado com 'Cartas do Everest' (2008). 'O romance permite mais liberdade com a linguagem. É uma história contada em fragmentos, com lacunas a serem preenchidas pelo leitor', explica Ortiz. Outra característica da obra é o uso dos diálogos, que dominam a forma de conduzir a narrativa. Uma outra ousadia da obra foi manter diálogos em diferentes línguas no livro, sem tradução. 'A ideia é que o leitor tenha a sensação que o protagonista teve, porque em uma viagem as conversas se dão em diferente idiomas', diz Ortiz. Antes dos autógrafos, o autor faz mesa-redonda sobre o livro, às 17h, na Sala Leste do Santander Cultural.
Novo livro de Airton Ortiz tem sessão de autógrafos na Feira do Livro
"O Gringo" marca uma jornada pela América Latina
Não poderia ser diferente. Já que a temática de hoje na Feira do Livro de Porto Alegre é a América Latina, o novo livro do escritor gaúcho Airton Ortiz, 'Gringo', que marca uma jornada pelo continente, ganha sessão de autógrafos, às 18h, na Praça da Alfândega. O tema dos livros de Ortiz, um dos indicados a patrono do evento, é sempre uma viagem. 'Gringo' (Editora Record) acompanha as aventuras de um jovem chamado Victor. O protagonista recém passou em um concurso público e resolve viajar antes de ser chamado. Sua aventura começa nas missões jesuíticas, no Noroeste do Rio Grande do Sul. Depois passa pelo Paraguai e vai a países como Peru e Bolívia. 'É um romance de formação, no sentido de falar da 'formação' de alguém. É um aprendizado. Victor descobre novas realidades e, ao final da viagem, é um cidadão do mundo', explica Ortiz.
Uma das novidades do livro de Ortiz está na estrutura e no gênero da obra. Depois de dez livros de reportagem, dedicados a grandes travessias, e dois de crônicas, da série sobre cidades ('Havana' e 'Jerusalém'), Ortiz retorna ao romance, gênero em que havia se aventurado com 'Cartas do Everest' (2008). 'O romance permite mais liberdade com a linguagem. É uma história contada em fragmentos, com lacunas a serem preenchidas pelo leitor', explica Ortiz. Outra característica da obra é o uso dos diálogos, que dominam a forma de conduzir a narrativa. Uma outra ousadia da obra foi manter diálogos em diferentes línguas no livro, sem tradução. 'A ideia é que o leitor tenha a sensação que o protagonista teve, porque em uma viagem as conversas se dão em diferente idiomas', diz Ortiz. Antes dos autógrafos, o autor faz mesa-redonda sobre o livro, às 17h, na Sala Leste do Santander Cultural.
Uma das novidades do livro de Ortiz está na estrutura e no gênero da obra. Depois de dez livros de reportagem, dedicados a grandes travessias, e dois de crônicas, da série sobre cidades ('Havana' e 'Jerusalém'), Ortiz retorna ao romance, gênero em que havia se aventurado com 'Cartas do Everest' (2008). 'O romance permite mais liberdade com a linguagem. É uma história contada em fragmentos, com lacunas a serem preenchidas pelo leitor', explica Ortiz. Outra característica da obra é o uso dos diálogos, que dominam a forma de conduzir a narrativa. Uma outra ousadia da obra foi manter diálogos em diferentes línguas no livro, sem tradução. 'A ideia é que o leitor tenha a sensação que o protagonista teve, porque em uma viagem as conversas se dão em diferente idiomas', diz Ortiz. Antes dos autógrafos, o autor faz mesa-redonda sobre o livro, às 17h, na Sala Leste do Santander Cultural.