Filme mudo e em preto e branco, com a atriz franco-argentina Bérénice Bejo, que ganhou o prêmio de melhor atriz, e o ator Jean Dujardin, "O artista" trata de duas estrelas de cinema dos anos 1920 em Hollywood, quando surge o cinema sonoro, que leva o popular ator ao esquecimento, e lança ao estrelato a jovem que o ama. O longa também levou os prêmios de de melhor música original (Ludovic Bource) e melhor fotografia (Guillaume Schiffman).
O César de melhor ator foi para Omar Sy, protagonista de "Intouchables", visto por 19 milhões de espectadores na França. Omar Sy, um humorista muito popular do Canal Plus, é o primeiro ator negro a ganhar o César.
A prêmio de melhor atriz coadjuvante foi para Carmen Maura, por "Les Femmes du 6è étage"; de melhor ator coadjuvante para Michel Blanc, por "L'Exercice de l'Etat". "Uma separação", do iraniano Asghar Farhadi, foi eleito o mellhor filme estrangeiro. O melhor documentário foi "Tous au Larzac", de Christian Rouaud.
O César de melhor filme de animação foi para "Le chat du rabbin", de Joann Sfar e Antoine Delesvaux; e o de melhor curta foi para "L'Accordeur", de Olivier Treiner.