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“O Filho Eterno” traz debate sobre paternidade e Síndrome de Down

Filme é baseado no premiado livro homônimo de Cristóvão Tezza

Associado à comédia, Marcos Veras se arrisca agora em drama
Associado à comédia, Marcos Veras se arrisca agora em drama Foto : Divulgação / CP
Um casal comum, Roberto e Cláudia, aguarda ansiosamente pela chegada de seu primeiro bebê. Este é o ponto de partida do filme “O Filho Eterno”, que estreia hoje nos cinemas.

Mas a alegria dos pais é transformada em incerteza e medo com a descoberta de que Fabrício, o bebê, é portador da síndrome de Down. Da negação e fuga até a aceitação, o casal vive emoções contraditórias e complexas. “Eu não estava preparado para isso”, diz o pai. A questão que se levanta é: alguém está?

Numa jornada que abrange um período de 12 anos, se revela o significado do que é paternidade para o escritor. O filho é interpretado por Pedro Vinicius quando chega à adolescência. O pai é interpretado por Marcos Veras, ator geralmente associado à comédia que desta vez aceitou o desafio de fazer um drama. E a mãe é vivida pela atriz Débora Falabella. Baseado no premiado livro homônimo de Cristóvão Tezza, o filme tem a direção de Paulo Machline.

Assista ao trailer:

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