Dione Mello aborda no livro a educação nos presídios do Rio Grande do Sul e as características da população carcerária. A autora explica que atualmente há 11 Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (NEEJAs) funcionando como escola regular. Além dos ensinos fundamental e médio, funcionam regularmente cursos profissionalizantes nas casas prisionais, iniciativa dos próprios presídios em parcerias com Sebrae, Senac, Sesi, escolas profissionalizantes e empresas privadas. O objetivo é aprimorar a mão de obra qualificada, para determinada profissão, adequando às necessidades de cada região.
Obra que faz um raio-x do sistema penitenciário gaúcho é lançada na Feira do Livro
Obra foi escrita pela chefe da Divisão Educacional do Departamento de Tratamento Penal (DTP) da Susepe
Um raio-x da educação no sistema penitenciário gaúcho é o mote do livro “Educação em Prisões. Direito e Desafio”, de autoria da chefe da Divisão Educacional do Departamento de Tratamento Penal da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Dione Mello. Junto com a professora Carmem Craid, ela autografa a obra editada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), às 15h30min do sábado, na Feira do Livro de Porto Alegre.
Dione Mello aborda no livro a educação nos presídios do Rio Grande do Sul e as características da população carcerária. A autora explica que atualmente há 11 Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (NEEJAs) funcionando como escola regular. Além dos ensinos fundamental e médio, funcionam regularmente cursos profissionalizantes nas casas prisionais, iniciativa dos próprios presídios em parcerias com Sebrae, Senac, Sesi, escolas profissionalizantes e empresas privadas. O objetivo é aprimorar a mão de obra qualificada, para determinada profissão, adequando às necessidades de cada região.
Dione Mello aborda no livro a educação nos presídios do Rio Grande do Sul e as características da população carcerária. A autora explica que atualmente há 11 Núcleos Estaduais de Educação de Jovens e Adultos (NEEJAs) funcionando como escola regular. Além dos ensinos fundamental e médio, funcionam regularmente cursos profissionalizantes nas casas prisionais, iniciativa dos próprios presídios em parcerias com Sebrae, Senac, Sesi, escolas profissionalizantes e empresas privadas. O objetivo é aprimorar a mão de obra qualificada, para determinada profissão, adequando às necessidades de cada região.