O diretor do setor de Belas Artes do ministério egípcio da Cultura, Mohsen Chaalane, e a diretora do museu do Cairo, Rim Bahir, serão julgados a partir de 14 de setembro depois de concluída a investigação de sobre um roubo de um quadro Van Gogh. A suspeita é de que tenha ocorrido negligência na segurança do prédio.
O vice de Rim Bahir, assim como outro dirigente do ministério da Cultura e sete guardas também serão julgados. Segundo a investigação efetuada pela procuradoria geral, não havia mais do que um guarda encarregado da segurança do museu Mahmud Jalil.
Das 47 câmaras de vigilância instaladas, havia 30 que não funcionavam desde 2006. O museu Mahmud Jalil guarda uma das mais importantes coleções de arte europeia dos séculos XIX e XX à Idade Média.
O quadro roubado estava exposto ao lado de obras de Monet, Renoir e Degas. A tela foi cortada com uma navalha antes de ser retirada.
Onze pessoas serão julgadas no Cairo pelo roubo de um Van Gogh
Suspeita é de que tenha ocorrido negligência na segurança do museu