“Esses protestos acontecem no mundo todo, em paredes, monumentos, vários suportes. A vaca está no meio da rua, serve de espaço para a expressão”, afirmou Catherine, referindo-se à pichação. “É uma pena que seja sobre a obra de outra pessoa”, completou.
A organização da CowParade conta com uma equipe apenas para consertar as peças danificadas. As estátuas, fixadas em uma base de 350 kg de concreto, receberam um verniz antipichação. Atualmente, a Cowó(p)tica e a Ilusão Cowótica estão passando por reparos, sem previsão de voltarem à rua.
A produtora do evento em Porto Alegre, Carmen Fontoura, registrou ocorrência na 1ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre no final desta manhã, mas por enquanto estão descartadas reuniões com a polícia para aumentar a segurança próximo às instalações. “A tendência é que a situação se normalize nos próximos dias. No começo da mostra é sempre assim e Porto Alegre não é exceção. O vandalismo não acontece apenas contra a CowParade”, ponderou a assessora do evento na Capital.
No Brasil, esta é a sexta edição da mostra – que já passou duas vezes por São Paulo, uma pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Na capital paulista, houve furto de óculos de uma vaca patrocinada pela Chilli Beans e a quebra de um rabo e um chapéu na Cowmen Miranda. Em Curitiba, a Chewing Cow foi jogada de uma escadaria.