A produtora local da CowParade, Carmem Fonseca, anunciou ainda que também será reposta a vaca Ilusão Cowótica, de Elisa Fernandes de Sá, que havia sido queimada no cruzamento das avenidas Padre Cacique e Pinheiro Borda. Agora restaurada a obra mudará de endereço. Conforme Carmem Fonseca, ela ficará junto de um conhecido restaurante na avenida Protásio Alves, no bairro Petrópolis, lugar considerado mais seguro.
As ocorrências anteriores de vandalismo na CowParade foram o sumiço e posterior reaparecimento da vaca Cowó(p)tica, de Lucas Dalla Costa, na rua Coronel Genuíno; o pichamento na vaca Mecanicow, de Marcos Torres, na avenida Edvaldo Pereira Paiva; e o arremesso no fundo da pista de skate do Parque Marinha do Brasil da vaca Cowdrinhos, cujo autor foi preso sob acusação de pedofilia na Internet recentemente em Canoas. “A obra dele foi retirada oficialmente da CowParade”, explicou Carmem Fonseca, diminuindo assim de 81 para 80 o número de obras participantes.
Por sua vez, a vaca Vaquitti, de Eduardo Turski Etos, estava sendo usada como obstáculo de skatistas na avenida Cristóvão Colombo, no bairro Higienópolis. Além disso, pelo menos quatro placas de identificação das peças também foram furtadas.
As vacas são feitas de fibra de vidro e decoradas por artistas plásticos locais,, sendo distribuídas por toda a cidade. Elas ficarão expostas nas ruas da Capital até 21 de novembro, sendo levadas à leilão beneficente no dia 1º de dezembro no Bourbon Shopping Country.