Arte & Agenda

Orquestra de Sopros de Novo Hamburgo faz concerto neste domingo

“Concerto para Trombone e Orquestra” ocorre às 19h30min, no Teatro Paschoal Carlos Magno

Trombone Concerto" terá sua estreia com a OSNH e é dedicada ao solista José Milton Vieira.
Trombone Concerto" terá sua estreia com a OSNH e é dedicada ao solista José Milton Vieira. Foto : Stephany Sander

O  Teatro Paschoal Carlos Magno (Engenheiro Ignácio Christiano Plangg), localizado no Centro de Novo Hamburgo, sedia concerto da Orquestra de Sopros de NH hoje, às 19h30min. Os ingressos para o “Concerto para Trombone e Orquestra” podem ser adquiridos no local, com direito da um CD do coletivo. 

Com composição de Gilberto Salvagni, a obra principal, “Trombone Concerto”,  terá sua estreia com a OSNH e é dedicada ao solista José Milton Vieira (trombone). Salvagni também assina os arranjos de “The Magnificent Seven” de Elmer Berstein e “Aquarela do Brasil” de Ary Barroso. O repertório também conta com “Symphonic Suite from Star Trek”, para os fãs da série de filmes "Star Trek", que recentemente anunciou o lançamento do último filme da sequência, e que inicia as filmagens ainda este ano. Integram ainda o programa, “Machu Picchu – City in the Sky” de Satoshi Yagisawa, “Arabesque” de Samuel Hazo. "A data de estreia era no ano passado, mas acabou tendo seu debut remarcado para o primeiro semestre de 2022, em razão da pandemia de Covid-19. ", afirma Gustavo Müller, diretor artístico da OSNH.

Sobre a obra de estreia: 
Fugindo da forma de concerto barroco, a criação se desenvolve sobre dois grandes momentos. O primeiro, inspirado na progressão do blues, tem seu alvorecer marcado pela aparição da orquestra, que apresenta o tema, em seguida reexposto e discutido pelo protagonista. Desse diálogo se desenrola um segundo tema, denso e visceral. A partir da utilização de técnicas expandidas, a narrativa se desdobra de modo independente. Com o segundo movimento, o espírito de odisseia é reapresentado e a narrativa decorre em consonância ao estilo trombonístico do solista homenageado. Assim, a obra atua como uma dupla chamada: aos artistas, por apresentar a oportunidade de explorar técnicas singulares na criação de um ambiente cênico; e ao público, convidando-o à exploração desse cenário em uma jornada na qual a melodia é a heroína, segundo explica Gilberto Salvagni.

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